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terça-feira, 19 de abril de 2022

A Pérgola de Glicínias em Flor do Jardim Botânico do Porto


Há determinadas coisas que se queremos fotografar terá que ser numa determinada janela de oportunidade de dias ou semanas. É o que acontece com as plantas e árvores, seja com as flores ou com as cores. Caso contrário só no ano seguinte.~

Já há semanas queria ter fotografado algumas glicínias aqui por Gondomar mas, por este ou aquele motivo acabou por me passar. 

Ainda assim ainda fui a tempo de fotografar as glicínias do Jardim Botânico do Porto  porque são um bocadinho especiais basta atentar no comprimento das suas flores. 



sábado, 5 de setembro de 2020

Catos do Tamanho de Casas no Jardim Botânico do Porto

Depois de uma curta visita para ver a requalificação do Jardim Émile David no Palácio de Cristal, resolvi ir consolar os olhos no jardim dos catos e suculentas do Jardim Botânico do Porto. É simplesmente impressionante! 















sábado, 29 de agosto de 2020

Os Nenúfares do Jardim Botânico do Porto

De regresso ao Jardim Botânico do Porto para consolar a vista no jardim de catos. Ainda assim, ainda parei também uns minutos para contemplar as flores dos nenúfares no lago defronte da casa Andresen.







quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Galeria da Biodiversidade - Jardim Botânico do Porto

No fim-de-semana passado, eu e um amigo, juntá-mo-nos à AMUT para uma pequena caminhada, desde a Ponte da Arrábida até ao Jardim Botânico do Porto. No jardim botânico esperavam-nos para uma visita guiada, quer pelos jardim, que já conheço muito bem, quer depois para uma visita à exposição Galeria da Biodiversidade do Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto na Casa Andresen. 

Mal entramos dentro da casa impressiona o enorme esqueleto que pode comparar em tamanho com a árvore de Natal que se vê na imagem abaixo e que tem quatro metros e meio. E a primeira pergunta que surge é: de que animal é este esqueleto? Querem tentar adivinhar? 







Seguidamente subimos para o andar superior, e eu aproveitei para tirar uma fotografia dos jardins lá fora:


No expositor abaixo somos confrontados com os diversos tamanhos de ovos de aves que existem na Natureza. O maior é o de avestruz, o mais pequeno não está ali porque...? Porque o ovo é tão pequeno que não é possível fazer trespassar o fio pelo ovo sem o partir. Sabem de que ave é o ovo mais pequeno do mundo?



Aqui vemos um expositor com todas as raças de cães representadas a branco e, em baixo, a preto, de onde todas elas vieram: do lobo.





Num outro expositor as sementes e a sua localização no globo:




Num dos expositores mais interessantes, o milho. Sabem de onde é originário o milho? Do México. E quem trouxe o milho para a Europa? Como disse o guia, que diz que brinca com as crianças, foi o Cris.... Crist.... isso, foi o Cristóvão Colombo quando descobriu a América.

No expositor podemos ver o milho endémico; o milho já manipulado pela polinização cruzada pela mão do ser humano e, podemos confrontar-nos com o milho transgénico, o expoente máximo do capitalismo. Milho que tem incorporado herbicidas e que é estéril, ou seja, o agricultor tem de, todos os anos comprar novas sementes, pois estas não vão germinar. Este milho é comido pelos animais, e depois, quem come o animais? Nós! 



Conseguem identificar o milho transgénico na imagem abaixo? Brevemente todos os seres humanos serão assim, modificados geneticamente e, como Huxley escreveu no Admirável Mundo Novo, só os selvagens se reproduzirão (de forma repugnante) com recurso a um pai e uma mãe.





Num expositor em que vemos Darwin com dois coelhos, as pessoas ficam a saber como o coelho de Portugal Continental, ao ser introduzido na ilha de Porto Santo se tornou bem diferente. Ficou mais pequeno que a espécie original, e isso explica a teoria da seleção de Darwin. Só os mais capazes de se adaptar e evoluir ao meio sobrevivem. 




Isto que aqui deixei é só um cheirinho do que pode ser visto. Há muito mais para ver, até para cheirar e logicamente para aprender. Gostei bastante da visita e recomendo. Se passarem pelo Porto vão lá dar uma vista de olhos. O bilhete custa 5€ por pessoa, mas a entrada é gratuita nas manhãs do segundo domingo de cada mês.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Cato Morto, Cato Posto

No penúltimo fim-de-semana, estava a dar uma pequena volta de bicicleta, e acabei por entrar no Jardim Botânico do Porto. Como sempre, demorei-me um pouco na zona dos catos e achei muito interessante, como de um tronco caído no chão, e já seco, brotavam novos catos:


Nesta imagem pode-se ver o grande cato tombado no chão:



Caso para dizer: cato morto, cato posto!


segunda-feira, 11 de julho de 2016

Aromáticas em Flor: Erva-do-Caril

Hoje, de passagem pelo Jardim Botânico do Porto, em cima da bicicleta e tudo, encontrei o "Roseiral" todo pintado de amarelo da flor da erva-do-caril (Helychrisum italicum).